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quinta-feira, junho 25, 2009
domingo, junho 14, 2009
Petição - Objectivo: 10 000!

Está disponível uma petição de apoio à negociação para uma digna e justa nova Carreira de Enfermagem!
Este é uma iniciativa conjunta de vários Sites e Blogs de Enfermagem, cujo objectivo final é chegar às 10 mil assinaturas!
Não tenho dúvidas que chegaremos a esse número e que até o iremos ultrapassar!
Vamos a isso?...
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quarta-feira, junho 10, 2009
Muito importante!
Como sabem, temos sido defensores entusiásticos do Modelo de Desenvolvimento Profissional preconizado pela Ordem. E este é o momento em que se debatem argumentos, e há muito ruído e contra-informação sobre esta iniciativa politico-profissional, pois estamos num período de discussão pública irá permitir o enquadramento legal adequado para o MDP.
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terça-feira, maio 26, 2009
Haja alegria!
No meio de tanta coisa "menos boa", para não lhe chamar outra coisa, que anda acontecer por aí e sobretudo na Enfermagem, conheci hoje este vídeo que mostra que onde há alegria e onde há coisas positivas, facilmente isso se transmite a todos os que estão à volta (infelizmente o contrário também parece ser verdade).
Filmado num centro comercial em Lisboa:
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sexta-feira, maio 22, 2009
Hospitais: "São João" arquiva processo disciplinar a enfermeiro que se queixou ao PR
Parece que, para já, a Administração do HSJ colocou um ponto final nesta pouca vergonha...
Ou terá sido um ponto e vírgula?...
Vamos estar atentos!
"Porto, 22 Mai (Lusa) - O Conselho de Administração do Hospital de São João anunciou hoje o arquivamento do processo disciplinar contra um enfermeiro que escreveu ao Presidente da República queixando-se de que estava a ser injustiçado, perseguido e discriminado pelas chefias.
"Atendendo ao superior interesse público, e à consideração que nos merecem todas as instituições democráticas, o Conselho de Administração do Hospital de São João decide arquivar o processo, na certeza de melhor servir os interesses do país", refere um comunicado da administração hospitalar.
No texto, a administração do Hospital de São João justifica o processo iniciado, e agora arquivado, porque a carta do enfermeiro ao Chefe de Estado continha afirmações "falsas, ofensivas e difamatórias para a instituição e para os profissionais que nela exercem funções, nomeadamente, para os profissionais do Serviço de Otorrinolaringologia".
Ao recorrer aos mecanismos legais, internos e externos, o hospital pretendia não só o "completo esclarecimento dos factos invocados na exposição referida, mas também à responsabilização dos diversos intervenientes".
A questão foi levantada há cerca de um mês pelo deputado do Bloco de Esquerda João Semedo, numa pergunta feita à ministra da Saúde, Ana Jorge, na comissão parlamentar da especialidade.
"Como a ministra disse que não tinha elementos para responder, fiz a pergunta por escrito", contou o deputado à agência Lusa, explicando que nunca obteve resposta.
Quinta-feira, o diário i debruçou-se sobre o caso (que já anteriormente tinha sido publicado no Público), explicando que a administração e a directora do Serviço de Otorrino apresentaram uma queixa-crime por difamação contra um enfermeiro da unidade, na sequência da carta escrita pelo profissional ao Chefe de Estado.
Uma fonte oficial de Belém, citada hoje pelo mesmo diário, afirmava que o Presidente da República considera "absolutamente inaceitável que alguém possa ser processado por lhe ter escrito uma carta".
Comentando à Lusa a decisão da administração hospitalar, João Semedo disse que ela "não podia ser outra", "só peca por tardia" e que, de resto, "nunca devia ter sido tomada".
Semedo lamentou também o silêncio que o Ministério da Saúde manteve sobre o assunto "durante um mês" e disse esperar que a Administração do Hospital de São João "não procure outra forma de retaliação".
O deputado do BE considerou que "seria particularmente grave" que este arquivamento não fosse acompanhado com a desistência do processo-crime.
JGJ.
Lusa/fim"
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domingo, maio 17, 2009
Onde é que isto vai parar?
É por estas e por outras, que há muita gente a desejar o regresso de Salazar!...
Saiu ontem no Público:
A administração do Hospital de S. João instaurou um processo disciplinar a um enfermeiro tendo em vista "despedimento com justa causa" por ter escrito uma carta ao Presidente da República na qual se queixava de "perseguição por parte das chefias". O enfermeiro em causa incompatibilizou-se com a directora do Serviço de Otorrinolaringologia e foi transferido para outro serviço quando se encontrava em pleno gozo de férias.
Na carta, o enfermeiro denunciou "estar a ser vítima de injustiça, perseguição e discriminação" e aproveitou para fazer algumas considerações sobre o funcionamento do serviço em que trabalhava, questionando a actuação da respectiva directora. Alguns dias depois, a carta serviu de pretexto para a administração do hospital decidir a abertura de "um processo disciplinar contra o enfermeiro tendo em vista o seu despedimento com justa causa", invocando para isso a natureza difamatória da missiva. Sucede que o processo disciplinar não lhe foi instaurado de imediato, mas sim alguns meses depois do incidente com a directora do serviço.
A questão já chegou ao Parlamento e na última audição parlamentar, o deputado do BE, João Semedo, confrontou a ministra da Saúde, tendo Ana Jorge afirmado desconhecer o caso. Mas para que a questão "não caia no esquecimento", o Bloco dirigiu, entretanto, uma pergunta à ministra da Saúde por considerar que "a decisão da administração é grave e revela uma concepção antidemocrática e totalitária sobre os direitos e liberdades dos trabalhadores e dos cidadãos". Na pergunta dirigida à ministra, o BE pretende saber se "o Governo considera aceitável e justificada a abertura de um processo disciplinar para despedimento com justa causa de um profissional de Hospital de S. João, a pretexto de uma carta dirigida pelo referido profissional ao Presidente da República, na qual exprime a sua opinião e críticas ao serviço e respectiva directora?".
O PÚBLICO tentou obter um comentário da administração, mas a assessora de imprensa informou que o hospital não pretendia fazer qualquer declaração sobre o caso. Também o enfermeiro se recusou a comentar o caso.
A administração do Hospital de S. João considerou que o conteúdo da carta é difamatório e, por isso, avançou com a instauração de um processo disciplinar com vista a despedimento
Fim
© Copyright PÚBLICO Comunicação Social SA"
Onde é que isto vai parar?...
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sexta-feira, maio 15, 2009
A Gripe
Ora aí está um texto com o qual concordo em absoluto!
Somos um país tão "esquecido", que nem a gripe do(a)s porco(a)s nos quer!!!...
Na sua falta, arranja-se sempre uma qualquer - Gripe A!
"A Gripe Suína
Embora ninguém nos tenha encomendado o sermão (cada vez mais os Enfermeiros estão a ser substituídos por Médicos), vamos entrar na expectativa de que um dia a “gripe suína” virá, também para Portugal.
Chega a ser confrangedor ver tanta gente à espera da gripe suína e ela não vem. Parece uma fatalidade esta segregação do vírus H1N1, pelo nosso país.
Já que o vírus não tem maneira de chegar, vamos ao menos assimilando a informação disponível:Para já, a gripe deixou de ser suína, como também não é aviaria, embora tenha um pouco das duas; chama-se gripe A.
Quem se vacinou contra a gripe, no Inverno passado, está mais protegido que aqueles descrentes que não se vacinaram, por isso escusam de ir a correr, comprar o Tamiflu, na farmácia da esquina, ao primeiro espirro. Diz o Ricardo Jorge que “a vacina recomendada tinha 3 componentes um dos quais era precisamente o H1N1, tal como esta nova estirpe. Não é exactamente a mesma; mesmo assim ainda há alguma protecção.
”Por sua vez Francisco George afirma: - “Sabemos que irá haver uma pandemia. E se não for esta será outra. Mas Portugal está tão preparado como qualquer país da União Europeia. Este vírus (H1N1) é mais sensível aos medicamentos que o H5N1 (gripe dos pássaros).Jaime Nina, do Ricardo Jorge sublinhou: - “O tratamento de casos pode ser feito com recurso a antivíricos existentes no mercado como o Tamiflu, também usado na gripe aviaria. Se for dado no início o Tamiflu é muito eficaz, daí que a DGS insista para que as pessoas que estão doentes vão rapidamente aos serviços de saúde. Uma semana depois, o antivírico já não faz nada.”
O que é preciso é esgotar o stock de Tamiflu, onde o Estado gastou 4 milhões de €€.
Não sabemos, ao certo, no meio de tanta ciência certa, o que se entende por “tomar no início”… Será ao primeiro espirro, como se dizia do Melhoral?
“Uma semana depois já não faz nada…”.
Quando começamos a contagem da semana, antes de tomar o “eficaz” Tamiflu, prestes a esgotar o prazo de validade para os HH5-1, antes de começar a toma? Antes de vir o 1º espirro? Antes de ter a certeza de que os laboratórios de Inglaterra aprovem o diagnóstico da gripe suína, que passou a “Alfa”?Felizmente que as previsões e aconselhamentos para a vacinação da gripe, “tão boa que até se faz nas farmácias” e para a aquisição do Tamiflu, colocaram Portugal na vanguarda dos países mais bem preparados para receber a série dos HH gripais venham de porcos, pássaros ou do próprio “Homo Erectus”.
Para mais esclarecimentos científicos aconselhamos a leitura do livro “Os inventores de Doenças” de Jörg Blech.
Se não conseguirem o Tamiflu aconselhemos as pessoas a fugirem de salas de espera cheias, como as dos CS e Hospitais, mesmo que estejam à espera do médico conselheiro; desinfectem as narinas, com álcool, várias vezes ao dia, abram as janelas do espaço onde estiverem e durmam descansadas, que a gripe há-de passar, quando mais não seja para justificar toda esta ciência. Se não se gastar o Tamiflu, mais uma vez, pode ser que alguém o transforme em suporte de moeda, como se fazia com o sal e a pimenta, em tempos idos. Que bom seria para os cofres do Estado, onde o ouro é uma incerteza…
Haja Deus e um pouco de calma, para quem está de consciência tranquila!
O Presidente da Direcção do SE - José Correia Azevedo"
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terça-feira, maio 12, 2009
Enfermagem XXI - 3 anos depois, de Greve, pela Enfermagem!
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sábado, abril 25, 2009
Humanamente Simples!...
O Espelho da pequenez da humanidade face à grandiosidade dos sentimentos que esconde, mas que sente, vive e é capaz de partilhar...
Um filme feito com o telemóvel nas ruas de Nova Iorque e Sydney, com um orçamento de 40 dólares!
Para mim é "simplesmente simples" e emocionante!...
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quarta-feira, março 11, 2009
Nova Equipa de Basket Adaptado
Aí está um a grande sensação do Basket Adaptado nacional!
A Equipa Rovteam (clicar para visitar a página oficial):
Parabéns pela iniciativa e muitos sucessos!
Enfermagem XXI
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quarta-feira, março 04, 2009
Reis da Procrastinação ou mais um "Ensaio sobre a Cegueira"?

Os últimos tempos (semanas) têm-nos mostrado o que de pior um país, ou melhor, uma Ministra e um governo que ultimamente se tornou autista, que não trata por igual os seus funcionários e que põe (uma vez mais) na gaveta promessas assumidas, o que faz a uma profissão, uma classe de profissionais cujo valor e papel social é dos mais reconhecidos pela população (ver aqui), fazendo-a retroceder aos tempos do antigo regime e dos primeiros anos pós 25 de Abril.
Esperamos que a reunião de amanhã (ver aqui comunicado) não seja mais um fait diver em que já se tornaram algumas destas conversas com o Ministério. Se tal acontecer, caros colegas, não pode haver dúvidas sobre o que se seguirá...
Alguém quer sugerir alguma coisa?...
Encontrei neste site, alguns apontamentos que me parecem pertinentes neste momento e que a seguir transcrevo!...
À primeira vista, é uma palavra pouco habitual.
Procrastinar é deixar para o dia de amanhã, adiar, protelar, demorar, deferir...
O termo procrastinação pode ter uma acepção finita ou infinita - finita é o adiamento para um amanhã determinado, infinita (a perder de vista) é um adiamento sem amanhã definido.
Procrastinar implica deixar que as tarefas de baixa prioridade antecipem as de alta prioridade - por exemplo, socializar com os colegas quando se tem um projecto para entregar esta semana, ver televisão ou jogar computador em vez de estudar, etc... O conceito de tarefa adiada abrange uma vasta amplitude de domínios.Qualquer tipo de procrastinação envolve a decisão de adiar. Os resultados podem interferir com o sucesso académico e pessoal - aí, torna-se pecado (e entra nesta série...) para o estudante.
A procrastinação encontra-se ligada ao conceito físico de inércia – uma massa em repouso tende a permanecer em repouso. Como tal, são necessárias mais forças para iniciar a mudança do que para a manter, o que convida ao adiamento do início das tarefas. Por sua vez, este adiamento ou evitamento, ao proporcionar uma sensação de conforto temporário, reforça a própria procrastinação, o que torna mais difícil começar a agir no sentido inverso. Estamos, portanto, perante um ciclo de funcionamento que se alimenta a si próprio e que tende a perpetuar e a alastrar cada vez a mais áreas ou a assumir cada vez uma maior intensidade.
Indeferença:
A indiferença fica à margem da preocupação com os outros e com o mundo.
Não se importa com as vozes que falam de crueldade, de fosso entre ricos e pobres, de poluição do planeta, de fome, de.... seja do que fôr. A indiferença alheia-se da participação e da responsabilização. Carece de expectativas, não quer saber delas e, por isso, coloca o hoje e o amanhã em risco.
Um estudante cair no pecado da indiferença, significa que não-se-importa com os outros, com o ambiente, com o mundo. É um pleno atentado contra a cidadania cívica, política, social.
Ah, e de clientelas corporativas e burocráticas, da dureza de coração e da frieza, da insensibilidade.
Não se trata de estoicismo - aqui, qualquer esforço tem o sentido de preservar a estabilidade amorfa.
Por isso o indiferente torna-se um ser estranho: tem cérebro e não pensa na direcção de fora-de-si, tem coração e não sente, tem alma e não ama. Dir-se-ia que o contrário do amor não é o ódio, como se pensa. É a indiferença.
A Desonestidade, nega a honestidade.
O que é honesto, é virtuoso, sério, digno, conforme à lei moral, à honra.
Gosto de probidade, aqui - porque ser honesto é ser probo, ou seja, de carácter íntegro.
Precisaríamos de uma palavra para designar a virtude que rege as relações com a verdade.
Quem é desonesto, não está «de boa fé».
E por não o estar e por agir em não-conformidade com faz-me trazer a justiça para aqui, também, e recordar que (com Tomás de Aquino), se pode ser injusto por se ser transgressor da lei, o vulgo «infractor», em que o critério é a des-conformidade com a lei, ou por se agir contra a igualdade (ou querer mais bens ou mais dos bens ou querer menos ou menos parte dos males).
Quem é desonesto, atenta à verdade e à justiça, eis a minha tese.
Por inúmeras razões que se reflectem numa intenção-base: obter um resultado de sucesso que não lhe é devido.
E a «esperteza» (pois!) diz que resulta ser desonesto. Basta olhar em redor, os exemplos sociais, culturais e políticos (na condição de permanecerem incólumes). Por aqui, nos blogs, as queixas abundam. "
Isto f(e)az-me pensar!...
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terça-feira, dezembro 23, 2008
quinta-feira, outubro 30, 2008
Avaliação de Desempenho - Esclarecimento
Como temos vindo a referir, fruto das lutas desenvolvidas pelos enfermeiros no âmbito da Administração Pública (Frente Comum), a actual legislação do SIADAP não se aplica aos enfermeiros.
A lei nº 66-B/2007, no seu artigo 82º (ver anexo) refere que a "Avaliação do desempenho referente a 2008 nos serviços e organismos, assim como nas carreiras de regime especial e corpos especiais que disponham de um sistema de avaliação de desempenho específico que ainda não tenha sido adaptado ao abrigo… efectua-se de acordo com o respectivo sistema específico, até à sua adaptação…"
Ou seja, a Avaliação do Desempenho dos Enfermeiros (Corpo Especial, com sistema de avaliação de desempenho específico, que ainda não foi adaptado ao SIADAP), em 2008, efectua-se de acordo com o Sistema de Avaliação inscrito na Carreira de Enfermagem, até à sua readaptação (quando for negociada a nova Carreira de Enfermagem).
E refere o nº 2 do artigo 86º do SIADAP que "Os sistemas de avaliação específicos não abrangidos pelo disposto no número anterior mantêm-se em vigor até à sua revisão para adaptação ao disposto na presente lei, a qual deve ocorrer até 31 de Dezembro de 2008, sob pena de caducidade, sendo a sua aplicação sujeita às regras previstas no artigo 82º."
No que concerne à lei nº 12-A/2008 de 27 de Fevereiro (ver anexo), os artigos 46º e 47º relativos à mudança de posição remuneratória, referem que depende exclusivamente da Avaliação do Desempenho. Donde se conclui que, a haver dinheiro e se esta for a opção da administração, regra geral, a "Progressão" é de 5 em 5 anos:
5 menções de "Adequado"
3 menções de "Relevante" (só 25%)
2 menções de "Excelente" (só 5% dos 25% "Relevante")
É concretizada sempre com efeitos a 1 de Janeiro (de 5 em 5 anos, se houver dinheiro e se a administração assim o decidir).
Refere ainda que há mudança obrigatória de escalão:
- Quando reunir 10 pontos, sendo que:
· 3 pontos por cada "Excelente"
· 2 pontos por cada "Relevante"
· 1 ponto por cada "Adequado"
Se a Avaliação do Desempenho for anual, estes pontos são obtidos em cada ano. A partir de Janeiro de 2008, os enfermeiros "já levam 6 pontos" (artigo 113º) – se não tivermos regra especial, que a Lei prevê:
Considerada a Avaliação de 2004 a 2007
Cada ano vale 1,5 pontos.
Assim:
Nos termos da Lei 12-A/2008 de 27 de Fevereiro, a Carreira de Enfermagem tem de ser revista até 1 de Setembro de 2008.
A adaptação do nosso Sistema de Avaliação do Desempenho, inscrito na Carreira de Enfermagem de 1991/98/99 e no Despacho de 1993, tem que ser também concretizada até 1 de Setembro de 2008.
A Avaliação do Desempenho dos Enfermeiros referente ao ano de 2008 efectua-se pelo actual sistema que dispomos nos citados instrumentos.
Em suma:
"Avaliação do desempenho referente a 2008 nos serviços e organismos, assim como nas carreiras de regime especial e corpos especiais que disponham de um sistema de avaliação de desempenho específico que ainda não tenha sido adaptado ao abrigo… efectua-se de acordo com o respectivo sistema específico, até à sua adaptação…"
Como sabem no âmbito da nossa carreira as negociações ainda decorrem, como tal ainda não houve alterações ao nosso sistema de avaliação de desempenho ....mantem-se o vigente"
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quinta-feira, outubro 23, 2008
Situação de Mobilidade Especial (SME)
Esperamos, no entanto, que esta nova visão da importância destes quadros, seja devidamente reconhecida não só em letra de lei mas, também na "convergência" salarial!...
Podem ler em baixo, as notícias:
Só com autorização do dirigente
O despacho que o ministro das Finanças acabou de assinar cria dois grupos de trabalhadores que podem pedir licença extraordinária. Um primeiro ao qual é imposto um limite mínimo de idade de 55 anos e um segundo grupo em que a idade não é tida em conta. Contudo, o diploma faz depender a saída dos funcionários da autorização prévia do dirigente máximo do respectivo serviço. Assim, cabe a este responsável avaliar os potenciais efeitos da dispensa do trabalhador no funcionamento do serviço. Concedida a passagem voluntária à situação de mobilidade especial, o funcionário continua a receber o seu salário (deduzido do subsídio de alimentação), que vai sendo reduzido ao longo do tempo. A partir do 61º dia em SME, o funcionário perde um sexto do seu salário e, ao fim do décimo mês, outro sexto, ficando a receber 67% do seu salário de base. Estando em SME, os funcionários podem solicitar a licença extraordinária para trabalharem no Privado.
Aprovadas 462 licenças
Actualmente, há 2320 funcionários em situação de mobilidade especial. Destes, houve 531 que pediram licença extraordinária, dos quais 462 receberam já luz verde do Ministério das Finanças (a quem cabe a última palavra para sair para o privado). Com o novo despacho, é natural que este número dispare. Embora a licença extraordinária seja de facto a grande vantagem potencial da passagem voluntária à situação de mobilidade especial, poderá haver funcionários públicos que encarem esta opção como um fim em si mesmo, ou seja, como uma espécie de reforma antecipada ou de pré-reforma (ver texto em baixo): os trabalhadores optam antes por uma penalização salarial imediata, em vez de sofrer um corte no valor futuro da pensão, associado à antecipação da reforma."
E ainda esta...
"Os trabalhadores da Função Pública com o grau académico de licenciados não vão poder solicitar a passagem voluntária para o quadro de mobilidade especial. A notícia é avançada, esta quinta-feira, pelo jornal Diário de Notícias.
A intenção do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, de não permitir que os funcionários da Função Pública, com licenciatura, reclamem a passagem voluntária para o quadro de mobilidade e subsequente licença extraordinária para sair do Estado, vai passar a regra num despacho que vai ser publicado na próxima semana.
De acordo com a edição, desta quinta-feira, do Diário Notícias, a decisão do ministro prende-se com o receio da tutela de ver sair os funcionários mais qualificados para o sector privado.
A restrição aplica-se, também, à maioria dos funcionários que integram as carreiras especiais, como o caso dos professores, médicos, enfermeiros, juízes, polícias e militares.
Só os trabalhadores menos qualificados da Função Pública, por exemplo assistentes administrativos e pessoal auxiliar, poderão voluntariamente passar para o quadro de mobilidade especial."
TSF Online
Última Hora:
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sexta-feira, outubro 10, 2008
Última hora: Notícia TSF
A reunião entre as ordens dos Farmacêuticos e dos Enfermeiros sobre a administração de vacinas nas farmácias terminou, esta sexta-feira, sem acordo, com as duas entidades a defender a capacidade dos seus profissionais em administrar vacinas em segurança. Em declarações aos jornalistas no final da reunião, que durou aproximadamente duas horas e decorreu na Ordem dos Farmacêuticos, a bastonária da Ordem dos Enfermeiros voltou a defender que a administração de vacinas em farmácias tem de ser feita por um enfermeiro. «Fizemos uma nota à população e aos cidadãos a aconselhar, porque esta é a nossa leitura sobre a matéria, que procurassem as farmácias onde estão enfermeiros que foram contratados para garantir que estes serviços fossem administrados com a máxima segurança e iremos continuar a dizer aos cidadãos isto», disse Maria Augusta Sousa. Perante a falta de consenso, as duas entidades envolvidas agendaram um novo encontro para 23 de Outubro, sendo que, se não houver acordo nesse dia, a Ordem dos Enfermeiros admite avançar com medidas mais radicais, como «providências cautelares». Até esse dia, as farmácias vão continuar a administrar vacinas, garantiu a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos. Trata-se de «um acto que, no nosso entender, pode pertencer a uma zona comum. Não conseguimos admitir que um farmacêutico, com as qualificações que tem, não possa ser um profissional qualificado para este tipo de administração», disse Elisabete Faria." Ouvir aqui: Maria Augusta Sousa, bastonária da Ordem dos Enfermeiros, reforça um apelo lançado à população Maria Augusta Sousa admite avançar com «providências cautelares» Elisabete Faria, bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, diz que os farmacêuticos estão qualificados para administrar vacinas
"Reunião entre enfermeiros e farmacêuticos termina sem acordo
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terça-feira, agosto 05, 2008
I Encontro de Enfermagem de Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Deixamos aqui o site do Serviço de Cabeça e Pescoço, onde podem consultar o programa (ainda provisório) e fazer a inscrição neste Encontro.
A não perder!
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domingo, julho 13, 2008
Primeira agência de viagens para pessoas com mobilidade reduzida
A agência abre portas esta quinta-feira em Lisboa, apesar de já funcionar há três anos na Internet, principalmente com turistas estrangeiros que querem conhecer Portugal.
«Desde que formámos a empresa, em 2005, temos trazido turistas estrangeiros a Portugal, e também a Espanha. A partir de agora, com a abertura da loja, vamos começar também a vender pacotes de viagens pelo mundo aos clientes portugueses», explicou à agência Lusa Luís Varela, um dos sócios da Accessible Portugal
A empresa nasceu de uma lacuna sentida por uma das suas sócias, Joana Prates.
«A Joana tem um tio que, devido a uma paralisia cerebral, foi perdendo a mobilidade. Ela lembrava-se de passar férias com a família completa quando era mais pequena, mas esses momentos foram sendo cada vez mais raros, até deixarem de existir. O simples acto de jantar num restaurante começou a ser um problema», contou Luís Varela.
No início, os sócios da Accessible Portugal optaram por trazer estrangeiros para Portugal «porque como o conceito já existia noutros países, há uma predisposição das pessoas [desses países] com mobilidade reduzida para viajar».
O site que criaram na Internet, os anúncios que colocaram em revistas especializadas e as parcerias com associações e operadores especializados em vários países trouxeram os primeiros clientes.
Uma família de seis paquistaneses - em que o avô se desloca numa cadeira de rodas - passou um dia em Fátima e Óbidos. A viagem foi feita numa das carrinhas de turismo da empresa, que permite a colocação da cadeira de rodas em qualquer local, «em vez de ir na parte de trás, longe da família, como acontece na maioria dos casos».
A primeira «grande viagem» foi organizada para uma família norte-americana com dois filhos que se deslocam em cadeiras de rodas, que passou nove dias a percorrer o Norte de Portugal.
«Uma agência convencional pensa apenas no transporte e nos quartos de hotel. Nós temos de ter em conta uma série de outros detalhes. Fazemos previamente todo um trabalho de campo, de forma a assegurar que há casas de banho adaptadas nos hotéis, restaurantes e ao longo do passeio, para termos a certeza que os locais que vamos visitar são completamente acessíveis, etc. Para além de tudo isto, alugamos material de apoio ortopédico, de forma a garantir ao cliente todas as condições no local de destino, evitando que tragam todo o material no avião».
A Accessible Portugal, explicou Luís Varela, fornece ainda apoio personalizado, «caso alguém queira vir viajar ou precise de acompanhamento diário».
Além das viagens ao estrangeiro - como tours culturais na China, Safaris na África do Sul, Ski adaptado nos Pirenéus e cruzeiros no Nilo - a agência oferece ainda passeios «cá dentro».
«Organizamos jantares em casas de fado, passeios em balão de ar quente, actividades aventura, passeios de um dia e alguns pacotes de uma semana um pouco por todo o país», contou Luís Varela.
Lusa / SOL
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quinta-feira, maio 29, 2008
Portugal terá mais um milhão de idosos dentro de 40 anos
O número de idosos (mais de 65 anos) atingirá a marca de 2,95 milhões em 2050, mais um milhão do que em 2005 (1,78 milhão) e 2006 (1,82 milhão), de acordo com as projecções do Instituto Nacional de Estatística (INE). Em 2046, haverá 238 idosos por cada 100 jovens, o dobro dos valores actuais (112 para 100), facto que leva especialistas a considerar que as escolas devem preparar os mais novos para a sua própria velhice.
Ainda segundo as projecções do INE, em 2046 a proporção de população jovem reduzir-se-á 13% e a população idosa aumentará dos actuais 17,2% para 31%.
Neste cenário, agravar-se-á o processo de envelhecimento da população portuguesa expresso no índice de envelhecimento, que é hoje de 112 idosos por cada 100 jovens e em 2046 será de 238 pessoas com mais de 65 anos por cada 100 até aos 14 anos.
Aulas de gerontologia
Perante estas projecções, uma docente e investigadora do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP/UTL) defende que as escolas deviam dar aulas de gerontologia (estudo do envelhecimento) aos jovens para lhes explicar que "ser idoso não tem de ser um fardo" e educá-los para uma velhice activa.
Num país em que a esperança de vida à nascença e aos 65 anos é cada vez maior, os mais velhos são considerados "um fardo e um custo em toda a ordem em termos de equipamentos sociais e dos hospitais", considera Stella António.
"O Envelhecimento e Políticas Sociais" e a "Solidariedade Geracional e Sustentabilidade da Segurança Social" são alguns dos temas que vão estar hoje em debate na "Conferência Demografia e Políticas Sociais", organizada pelo Centro de Administração e Políticas Sociais do ISCSP/UTL e Associação Portuguesa de Demografia (APD).
Os dados mais recentes do INE, relativos a 2006, indicam que o Alentejo é a região do país mais envelhecida, com 102.042 jovens (até aos 14 anos) contra 175.061 idosos (22,9% do total da população).
No lado oposto estão as regiões autónomas, onde há mais jovens que idosos nos Açores existem 46.904 jovens e 30.198 idosos (12,4% da população) e na Madeira há 44.283 crianças até aos 14 anos e 32.274 pessoas com mais de 65 anos, que perfazem 13,1% do total da população madeirense.
Stella António explicou que a causa principal do envelhecimento não é tanto o aumento da esperança média de vida, mas sim a quebra da natalidade "Se tivéssemos muitas crianças a nascer, compensava os nossos idosos", justificou.
"Nós não estamos a arranjar respostas positivas para estes idosos", frisou, defendendo que é preciso "pensar e educar para a idade da reforma".
"A idade da reforma tem de ser pensada hoje", advertiu, sublinhando que as pessoas têm de começar a pensar que "o velho que eu serei amanhã terei de começar a pensá-lo hoje".
Porque "Velho ninguém, quer ser, mas todos lá querem chegar", numa sociedade que previligia o prolongamento da "juventude eterna", notícias como esta e outras que veem nesta mesma linha ao longo dos últimos anos procuram alertar, sensibilizar, modificar hábitos e preconceitos relacionados com a velhice, por forma a que nos possamos preparar e preparar os nossos jovens, no sentido dos nossos idosos serem melhor cuidados, tratados e respeitados, do que hoje em dia.
Deste modo, os profissionais de saúde, nos quais a Enfermagem tem um papel fundamental e insubstituível, deverão estar atentos a estes sinais e a novas oportunidades, para que possam ter uma palavra a dizer e uma actuação ainda mais forte (até porque hoje isso já acontece nas sessões de Educação para a Saúde aos Idosos nos Centros de Saúde) na formação e na sensibilização daqueles que de nós irão cuidar no futuro.
É preciso não ignorar e não nos alhearmos dos sinais que vão sendo dados!
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domingo, maio 11, 2008
Enfermagem XXI - 2 anos!
Dois anos após o início desta caminhada, e de algumas dezenas de post, centenas de comentários e milhares de visitas, o Enfermagem XXI procura manter-se na linha que foi traçada no dia 12 de maio de 2006:

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quarta-feira, abril 09, 2008
Na hora...
Já estão a ver o que é que nos espera?!?...
"Função Pública:Funcionários que passem de regimes especiais para carreiras gerais não perdem benefícios - Secretário Estado

Lisboa, 09 Abr (Lusa) - O secretário de Estado da Administração Pública garantiu hoje que os funcionários que passarem dos regimes especiais para as três carreiras gerais, mudança proposta no âmbito da reforma do sector, não vão perder benefícios.
João Figueiredo falava aos jornalistas no final das reniões que manteve com a Frente Comum e com o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), inseridas na negociação para a reestruturação das carreiras e tabela remuneratória da Função Pública.
O governante explicou que a fusão de quase 1.500 carreiras em três justifica-se com o facto de terem "conteúdos funcionais e uma estrutura remuneratória idênticos" às condições existentes nas carreiras gerais.
Os sindicatos mostram dúvidas, com a Frente Comum preocupada com o possível desaparecimento de carreiras históricas da Função Pública devido à transicção para o regime geral, e o STE a defender que os trabalhadores que mudem para as carreiras gerais "vão ter um abaixamento de remunerações face à sua expectativa" de futuro.
EA/AL
Lusa
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