Nova Equipa de Basket Adaptado
Aí está um a grande sensação do Basket Adaptado nacional!
A Equipa Rovteam (clicar para visitar a página oficial):
Parabéns pela iniciativa e muitos sucessos!
Enfermagem XXI
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Os últimos tempos (semanas) têm-nos mostrado o que de pior um país, ou melhor, uma Ministra e um governo que ultimamente se tornou autista, que não trata por igual os seus funcionários e que põe (uma vez mais) na gaveta promessas assumidas, o que faz a uma profissão, uma classe de profissionais cujo valor e papel social é dos mais reconhecidos pela população (ver aqui), fazendo-a retroceder aos tempos do antigo regime e dos primeiros anos pós 25 de Abril.
Esperamos que a reunião de amanhã (ver aqui comunicado) não seja mais um fait diver em que já se tornaram algumas destas conversas com o Ministério. Se tal acontecer, caros colegas, não pode haver dúvidas sobre o que se seguirá...
Alguém quer sugerir alguma coisa?...
Encontrei neste site, alguns apontamentos que me parecem pertinentes neste momento e que a seguir transcrevo!...
À primeira vista, é uma palavra pouco habitual.
Procrastinar é deixar para o dia de amanhã, adiar, protelar, demorar, deferir...
O termo procrastinação pode ter uma acepção finita ou infinita - finita é o adiamento para um amanhã determinado, infinita (a perder de vista) é um adiamento sem amanhã definido.
Procrastinar implica deixar que as tarefas de baixa prioridade antecipem as de alta prioridade - por exemplo, socializar com os colegas quando se tem um projecto para entregar esta semana, ver televisão ou jogar computador em vez de estudar, etc... O conceito de tarefa adiada abrange uma vasta amplitude de domínios.Qualquer tipo de procrastinação envolve a decisão de adiar. Os resultados podem interferir com o sucesso académico e pessoal - aí, torna-se pecado (e entra nesta série...) para o estudante.
A procrastinação encontra-se ligada ao conceito físico de inércia – uma massa em repouso tende a permanecer em repouso. Como tal, são necessárias mais forças para iniciar a mudança do que para a manter, o que convida ao adiamento do início das tarefas. Por sua vez, este adiamento ou evitamento, ao proporcionar uma sensação de conforto temporário, reforça a própria procrastinação, o que torna mais difícil começar a agir no sentido inverso. Estamos, portanto, perante um ciclo de funcionamento que se alimenta a si próprio e que tende a perpetuar e a alastrar cada vez a mais áreas ou a assumir cada vez uma maior intensidade.
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A intenção do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, de não permitir que os funcionários da Função Pública, com licenciatura, reclamem a passagem voluntária para o quadro de mobilidade e subsequente licença extraordinária para sair do Estado, vai passar a regra num despacho que vai ser publicado na próxima semana.
De acordo com a edição, desta quinta-feira, do Diário Notícias, a decisão do ministro prende-se com o receio da tutela de ver sair os funcionários mais qualificados para o sector privado.
A restrição aplica-se, também, à maioria dos funcionários que integram as carreiras especiais, como o caso dos professores, médicos, enfermeiros, juízes, polícias e militares.
Só os trabalhadores menos qualificados da Função Pública, por exemplo assistentes administrativos e pessoal auxiliar, poderão voluntariamente passar para o quadro de mobilidade especial."
TSF Online
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A reunião entre as ordens dos Farmacêuticos e dos Enfermeiros sobre a administração de vacinas nas farmácias terminou, esta sexta-feira, sem acordo, com as duas entidades a defender a capacidade dos seus profissionais em administrar vacinas em segurança. Em declarações aos jornalistas no final da reunião, que durou aproximadamente duas horas e decorreu na Ordem dos Farmacêuticos, a bastonária da Ordem dos Enfermeiros voltou a defender que a administração de vacinas em farmácias tem de ser feita por um enfermeiro. «Fizemos uma nota à população e aos cidadãos a aconselhar, porque esta é a nossa leitura sobre a matéria, que procurassem as farmácias onde estão enfermeiros que foram contratados para garantir que estes serviços fossem administrados com a máxima segurança e iremos continuar a dizer aos cidadãos isto», disse Maria Augusta Sousa. Perante a falta de consenso, as duas entidades envolvidas agendaram um novo encontro para 23 de Outubro, sendo que, se não houver acordo nesse dia, a Ordem dos Enfermeiros admite avançar com medidas mais radicais, como «providências cautelares». Até esse dia, as farmácias vão continuar a administrar vacinas, garantiu a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos. Trata-se de «um acto que, no nosso entender, pode pertencer a uma zona comum. Não conseguimos admitir que um farmacêutico, com as qualificações que tem, não possa ser um profissional qualificado para este tipo de administração», disse Elisabete Faria." Ouvir aqui: Maria Augusta Sousa, bastonária da Ordem dos Enfermeiros, reforça um apelo lançado à população Maria Augusta Sousa admite avançar com «providências cautelares» Elisabete Faria, bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, diz que os farmacêuticos estão qualificados para administrar vacinas
"Reunião entre enfermeiros e farmacêuticos termina sem acordo
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A agência abre portas esta quinta-feira em Lisboa, apesar de já funcionar há três anos na Internet, principalmente com turistas estrangeiros que querem conhecer Portugal.
«Desde que formámos a empresa, em 2005, temos trazido turistas estrangeiros a Portugal, e também a Espanha. A partir de agora, com a abertura da loja, vamos começar também a vender pacotes de viagens pelo mundo aos clientes portugueses», explicou à agência Lusa Luís Varela, um dos sócios da Accessible Portugal
A empresa nasceu de uma lacuna sentida por uma das suas sócias, Joana Prates.
«A Joana tem um tio que, devido a uma paralisia cerebral, foi perdendo a mobilidade. Ela lembrava-se de passar férias com a família completa quando era mais pequena, mas esses momentos foram sendo cada vez mais raros, até deixarem de existir. O simples acto de jantar num restaurante começou a ser um problema», contou Luís Varela.
No início, os sócios da Accessible Portugal optaram por trazer estrangeiros para Portugal «porque como o conceito já existia noutros países, há uma predisposição das pessoas [desses países] com mobilidade reduzida para viajar».
O site que criaram na Internet, os anúncios que colocaram em revistas especializadas e as parcerias com associações e operadores especializados em vários países trouxeram os primeiros clientes.
Uma família de seis paquistaneses - em que o avô se desloca numa cadeira de rodas - passou um dia em Fátima e Óbidos. A viagem foi feita numa das carrinhas de turismo da empresa, que permite a colocação da cadeira de rodas em qualquer local, «em vez de ir na parte de trás, longe da família, como acontece na maioria dos casos».
A primeira «grande viagem» foi organizada para uma família norte-americana com dois filhos que se deslocam em cadeiras de rodas, que passou nove dias a percorrer o Norte de Portugal.
«Uma agência convencional pensa apenas no transporte e nos quartos de hotel. Nós temos de ter em conta uma série de outros detalhes. Fazemos previamente todo um trabalho de campo, de forma a assegurar que há casas de banho adaptadas nos hotéis, restaurantes e ao longo do passeio, para termos a certeza que os locais que vamos visitar são completamente acessíveis, etc. Para além de tudo isto, alugamos material de apoio ortopédico, de forma a garantir ao cliente todas as condições no local de destino, evitando que tragam todo o material no avião».
A Accessible Portugal, explicou Luís Varela, fornece ainda apoio personalizado, «caso alguém queira vir viajar ou precise de acompanhamento diário».
Além das viagens ao estrangeiro - como tours culturais na China, Safaris na África do Sul, Ski adaptado nos Pirenéus e cruzeiros no Nilo - a agência oferece ainda passeios «cá dentro».
«Organizamos jantares em casas de fado, passeios em balão de ar quente, actividades aventura, passeios de um dia e alguns pacotes de uma semana um pouco por todo o país», contou Luís Varela.
Lusa / SOL
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Dois anos após o início desta caminhada, e de algumas dezenas de post, centenas de comentários e milhares de visitas, o Enfermagem XXI procura manter-se na linha que foi traçada no dia 12 de maio de 2006:

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Já estão a ver o que é que nos espera?!?...

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Este texto que a seguir transcrevo, faz-me(nos) pensar para onde é que caminha este país e da imperiosa necessidade de "parar para pensar"!...

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Descobri este pequeno excerto de uma história de Natal, que partilho com todos os que passam por este espaço!
Julgo valer a pena ler este "Natal" de Miguel Torga:
(excerto)
"Entrou no alpendre, encostou o pau à parede, arreou o alforge, sacudiu-se, e só então reparou que a porta da capela estava apenas encostada. Ou fora esquecimento ou alguma alma pecadora forçara a fechadura.
Vá lá! Do mal o menos. Em caso de necessidade, podia entrar e abrigar-se dentro. Assunto a resolver na ocasião devida... Para já, a fogueira que ia fazer tinha de ser cá fora. O diabo era arranjar lenha.
Saiu, apanhou um braçado de urgueiras, voltou, e tentou acendê-las. Mas estavam verdes e húmidas, e o lume, depois dum clarão animador, apagou-se. Recomeçou três vezes, e três vezes o mesmo insucesso. Mau! Gastar os fósforos todos, é que não.
Num começo de angústia, porque o ar da montanha tolhia e começava a escurecer, lembrou-se de ir à sacristia ver se encontrava um bocado de papel.
Descobriu, realmente, um jornal a forrar um gavetão, e já mais sossegado, e também agradecido ao Céu por aquela ajuda, olhou o altar.
Quase invisível na penumbra, com o divino filho ao colo, a Mãe de Deus parecia sorrir-lhe.
- Boas festas! - desejou-lhe então, a sorrir também.
Contente daquela palavra que lhe saíra da boca sem saber como, voltou-se e deu com o andor da procissão arrumado a um canto. E teve outra ideia.
Era um abuso, evidentemente, mas paciência. Lá morrer de frio, isso vírgula! Ia escavacar o arcanho. Olarila! Na altura da romaria que arranjassem um novo.
Daí a pouco, envolvido pela negrura da noite, o coberto, não desfazendo, desafiava qualquer lareira afortunada. A madeira seca do palanquim ardia que regalava; só de se cheirar o naco de presunto que recebera em Carvas crescia água na boca; que mais faltava?
Enxuto e quente, o Garrinchas dispôs-se então a cear. Tirou a navalha do bolso, cortou um pedaço de broa e uma fatia de febra, e sentou-se. Mas antes da primeira bocada a alma deu-lhe um rebate e, por descargo de consciência, ergueu-se e chegou-se à entrada da capela. O clarão do lume batia em cheio na talha dourada e enchia depois a casa toda.
- É servida?
A Santa pareceu sorrir-lhe outra vez, e o menino também.
E o Garrinchas, diante daquele acolhimento cada vez mais cordial, não esteve com meias medidas: entrou, dirigiu-se ao altar, pegou na imagem e trouxe-a para junto da fogueira.
- Consoamos aqui os três - disse, com a pureza e a ironia dum patriarca. - A Senhora faz de quem é; o pequeno a mesma coisa; e eu, embora indigno, faço de S. José"
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Em debate esteve a Enfermagem em Portugal, sendo que as abordagens foram feitas do ponto de vista do regulador, de quem exerce nos Cuidados de Saúde Primários e de quem trabalha num hospital. O paradoxo entre carência de enfermeiros e desemprego, a proximidade com os utentes e o relacionamento entre médicos e enfermeiros foram alguns dos aspectos focados.
Para ouvir a entrevista por favor clique no link abaixo apresentado e faça download do ficheiro."
http://195.23.58.155:8080/streamradio/2007/12/WMS_RM_FILTER/19147582.mp3
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