É só sopa, só sopa, só sopa!!!
A ministra falava à margem de uma reunião do Hospital da Prelada, no Porto, sobre a obesidade."
Ouvir aqui...
O que mais fica por dizer?...
_ Assim seja, comamos sopa, para alguns comerem lagosta!...
A ministra falava à margem de uma reunião do Hospital da Prelada, no Porto, sobre a obesidade."
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Estas foram as perguntas da Sra. Deputada Mariana Aiveca...
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Não sou enfermeiro. Sou jurista. Enfermeiros, classe ignorada De há uns tempos a esta parte temos vindo a assistir ao envolvimento quase messiânico da imprensa e, naturalmente, dos visados, na questão do estatuto dos docentes e, ultimamente, da sua avaliação, com evidentes consequências nas respectivas carreiras. Não se questiona a legitimidade nem a oportunidade de tais empenhos, muito menos o relevo social de tal classe profissional que, de resto, alcançou recentemente os seus objectivos. O que curamos aqui de advogar é evidenciar uma classe profissional esquecida e, ultimamente, explorada sob vários prismas, a qual, pelos vistos, e como a mais recente imprensa reconheceu, corre o risco de ser prejudicada com aquele sucesso. Referimo-nos aos enfermeiros. Constatamos, antes de mais, uma aparente contradição: tratar-se de classe profissional reconhecida e acarinhada casuisticamente quando confrontada em ambiente hospitalar ou similar e à qual se reconhece a dedicação, o carinho, a entrega até à exaustão e com forte componente emotiva, percebendo-se o desgaste profissional, com cargas horárias exageradas e, na maioria das vezes, com horários descontinuados, com noites sofridas. Em contraponto constatar-se que é uma classe profissional a que não é conferida uma digna contrapartida estatutária. Estes profissionais são licenciados, alguns com mestrado, academicamente ao nível de todos os outros profissionais licenciados (docentes, licenciados em história, psicologia, biologia, filologias, etc… etc…). Porém, o Estado, na perspectiva dos diversos serviços, ainda não interiorizou que os enfermeiros têm de ter idêntico tratamento aos demais licenciados, desde logo ao nível remuneratório e evolução de carreira. Não se compreende como o Ministério da Saúde e outras entidades continuem a equiparar, na prática, os enfermeiros a meros bacharéis e não licenciados que são e a permitir que estes profissionais, trabalhando 40 horas semanalmente, a que acrescem sempre turnos diferenciados onde se incluem os nocturnos, aufiram salários singelos, sem acréscimos dignos e, pior, sem um horizonte de evolução de carreira, particularmente quanto aos jovens enfermeiros, curiosamente, os academicamente mais habilitados. Bastará atentar mensalmente na listagem dos aposentados do Estado e comparar as pensões dos enfermeiros (em fim de carreira, note-se!) com os demais licenciados, particularmente com os docentes (educadores de infância e professores do ensino secundário), para se concluir quão injustiçados aqueles têm estado. Não se trata de censurar o que se atribui aos demais profissionais referidos, longe disso, mas tão somente usá-los como termo de comparação próximo para alicerçar a afirmação de que os enfermeiros têm sido efectivamente o parente mais pobre dos licenciados, e, na prática, não reconhecidos como tal, sobretudo, há que dizê-lo sem constrangimentos, quando são os que têm uma função física e psicológica mais desgastante comparativamente com os demais, à excepção dos médicos. Só quem não conhece o meio hospitalar pode não estar de acordo. Veja-se o tratamento do Estado a estes profissionais neste simples exemplo que me foi transmitido: consta que nas forças armadas os enfermeiros licenciados são os únicos licenciados que enquadram a classe dos sargentos enquanto todos os demais (seja qual for a licenciatura) enquadram a classe dos oficiais. Porquê? Pergunto: a licenciatura em enfermagem, com forte componente científica, merece menor qualificação que outra qualquer licenciatura (história, psicologia, filologia, etc… etc…?). Porque não se lhe atribui, como aos demais licenciados, idêntica qualificação? Estamos, sem dúvida, num Estado/sociedade onde complexos socioprofissionais se mantêm como há 40 anos, com uma agravante: Há 40 anos ao enfermeiro bastava a formação pouco mais do que básica. Hoje, além do 12º ano da área de ciências, como para qualquer licenciatura em ciências, exige-se uma licenciatura técnico/científica. Exige-se dedicação plena e exige-se elevada responsabilidade profissional. Em contrapartida uma mão cheia de muito pouco e infelizmente cheia de desilusão. Esta intervenção é apenas um contributo para que uma classe profissional (dos enfermeiros) obtenha a mesma atenção e reconhecimento atribuídos a outras classes profissionais que têm dominado o espectro político e jornalístico. Especialmente neste momento em que os responsáveis políticos não só não efectivam uma justa revisão da respectiva carreira, no mínimo equiparando-a às carreiras de técnicos licenciados e docentes, como, pasme-se, apresenta uma nova proposta que mais não é senão uma diminuição daquilo que se apresenta actualmente injusto e indigno para estes profissionais LICENCIADOS. Isto deve-se, quiçá, ao facto desta classe profissional não ter elementos seus ocupando lugares no poder político ou dele próximos e influentes nem servir de objecto jornalístico apetecível (?). Mas é também por estes motivos que o dever de cidadania efectiva numa democracia também efectiva e não meramente formal me impõe este dever de intervir por esta via, além de outras que assumi."
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Cem (100) posts depois, o Blogue Enfermagem XXI, orgulha-se de ser um dos espaços mais visitados da Enfermagem na blogosfera, no entanto pretende assumir-se mais interventivo e mais dinâmico e ainda mais por dentro da actualidade e da realidade da Enfermagem Portuguesa, deste século XXI.
Deste modo, decidimos abrir desde já, este Blogue a novos colaboradores e implementar dentro em breve uma nova dinâmica e também uma nova imagem. Lançamos o desafio e esperamos a vossa aderência a este projecto. Enfermagem XXI
RECRUTAMENTO:
O Blog "Enfermagem XXI" está a recrutar colaboradores para as seguintes áreas:
- Cronista na área da Carreira de Enfermagem
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Hoje, porque é Dia Mundial da Música e porque a música sempre fez e faz parte da minha vida, aproveito para vos "dar (alguma) música" e deixar em baixo uma das músicas da minha vida...
Já agora, se quiserem, deixem também ficar nomes de algumas, que fazem parte da vossa vida...
Bom dia!
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O actor Raul Solnado faleceu este sábado, aos 79 anos, às 10:50, de doença cardio-vascular grave, informou o hospital de Santa Maria, em Lisboa.
Raul Augusto Almeida Solnado, nasceu a 19 de Outubro de 1929, foi humorista, apresentador de televisão e actor.
Até à sua morte foi director da Casa do Artista, sociedade de apoio aos artistas situada em Carnide, Lisboa, que fundou juntamente com Armando Cortez, entre outros.
Solnado começou a trabalhar em 1947 no teatro amador, na Guilherme Cossul - uma colectividade que nunca esqueceu. Em 1952, estreou-se profissionalmente num show no Maxime e a partir daí não mais parou: opereta, revista, teatro clássico, cinema, televisão.
O grande salto deu-se na década de 60: o monólogo "A Guerra de 1908", estreado em Outubro de 1961, cedo passou a ser a guerra do Solnado.
Oito anos mais tarde, em 1969, com Carlos Cruz e Fialho Gouveia apresentou na RTP um programa inovador que se tornou um marco na programação televisiva: o "Zip-Zip". Na década de 60 criou de raiz e dirigiu o teatro Villaret.
A televisão trouxe-lhe muitos admiradores, como afirmou à imprensa, recordando outros êxitos de sua autoria, designadamente, "A visita da Cornélia" e "E o resto são cantigas" ou "Querido avô".
Depois de concluir o Curso Comercial, em 1947, Raul Solnado começou a trabalhar no teatro amador, afirmando-se profissionalmente em 1953. A década de 1950 foi de ascensão, na opereta, na comédia, na revista e, a partir de 1956, também no cinema.
O ano de 1961 marcou o aparecimento do seu primeiro célebre monólogo - "A guerra de 1918" na revista "Bate o Pé", no Teatro Maria Vitória -, a que outros se seguiram, catapultando Solnado para o cume da fama, mercê, em grande parte, da larga difusão que a rádio deu a esses trabalhos, gravados em disco.
O actor actuou também no Brasil, em finais da década de 1950, com «largo sucesso» em vários programas de televisão e também em teatro.
Também como empresário - fundou e dirigiu o Teatro Villaret de 1964 a 1970 -, Raul Solnado deixou assinalada passagem pelo teatro, tendo promovido alguns dos mais importantes espectáculos da década de 1960.
A última vez que pisou o palco foi em 2001, no Teatro Trindade, na peça "O magnífico reitor" de Freitas do Amaral, em que contracenou, entre outros, com Rui Mendes e Ana Bustorff.
Em 2002, iniciou no Casino Estoril o projecto "Conversa à solta" em que recordava êxitos da sua carreira de mais de 50 anos, e com o qual percorreu vários palcos do país.
A telenovela "A ilha dos amores" foi a sua última participação na televisão, que contava no elenco com a sua neta Joana Solnado, em que contracenou, entre outros, com Sofia Alves e Elisa Lisboa.
Ao longo da carreira, Raul Solnado recebeu várias distinções e galardões, tendo um dos mais recentes sido a Pena de Camilo da Câmara de Vila Nova de Famalicão."
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14:49
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Entrevista da Bastonária ao "Jornal i"
Clicar na imagem o no link para ler a entrevista!
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09:28
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Já passámos a fasquia dos 10.000 assinantes!
Parabéns a todos e continuem a clicar na imagem em baixo!...
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23:53
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Como sabem, temos sido defensores entusiásticos do Modelo de Desenvolvimento Profissional preconizado pela Ordem. E este é o momento em que se debatem argumentos, e há muito ruído e contra-informação sobre esta iniciativa politico-profissional, pois estamos num período de discussão pública irá permitir o enquadramento legal adequado para o MDP.
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No meio de tanta coisa "menos boa", para não lhe chamar outra coisa, que anda acontecer por aí e sobretudo na Enfermagem, conheci hoje este vídeo que mostra que onde há alegria e onde há coisas positivas, facilmente isso se transmite a todos os que estão à volta (infelizmente o contrário também parece ser verdade).
Filmado num centro comercial em Lisboa:
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15:57
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Parece que, para já, a Administração do HSJ colocou um ponto final nesta pouca vergonha...
Ou terá sido um ponto e vírgula?...
Vamos estar atentos!
"Porto, 22 Mai (Lusa) - O Conselho de Administração do Hospital de São João anunciou hoje o arquivamento do processo disciplinar contra um enfermeiro que escreveu ao Presidente da República queixando-se de que estava a ser injustiçado, perseguido e discriminado pelas chefias.
"Atendendo ao superior interesse público, e à consideração que nos merecem todas as instituições democráticas, o Conselho de Administração do Hospital de São João decide arquivar o processo, na certeza de melhor servir os interesses do país", refere um comunicado da administração hospitalar.
No texto, a administração do Hospital de São João justifica o processo iniciado, e agora arquivado, porque a carta do enfermeiro ao Chefe de Estado continha afirmações "falsas, ofensivas e difamatórias para a instituição e para os profissionais que nela exercem funções, nomeadamente, para os profissionais do Serviço de Otorrinolaringologia".
Ao recorrer aos mecanismos legais, internos e externos, o hospital pretendia não só o "completo esclarecimento dos factos invocados na exposição referida, mas também à responsabilização dos diversos intervenientes".
A questão foi levantada há cerca de um mês pelo deputado do Bloco de Esquerda João Semedo, numa pergunta feita à ministra da Saúde, Ana Jorge, na comissão parlamentar da especialidade.
"Como a ministra disse que não tinha elementos para responder, fiz a pergunta por escrito", contou o deputado à agência Lusa, explicando que nunca obteve resposta.
Quinta-feira, o diário i debruçou-se sobre o caso (que já anteriormente tinha sido publicado no Público), explicando que a administração e a directora do Serviço de Otorrino apresentaram uma queixa-crime por difamação contra um enfermeiro da unidade, na sequência da carta escrita pelo profissional ao Chefe de Estado.
Uma fonte oficial de Belém, citada hoje pelo mesmo diário, afirmava que o Presidente da República considera "absolutamente inaceitável que alguém possa ser processado por lhe ter escrito uma carta".
Comentando à Lusa a decisão da administração hospitalar, João Semedo disse que ela "não podia ser outra", "só peca por tardia" e que, de resto, "nunca devia ter sido tomada".
Semedo lamentou também o silêncio que o Ministério da Saúde manteve sobre o assunto "durante um mês" e disse esperar que a Administração do Hospital de São João "não procure outra forma de retaliação".
O deputado do BE considerou que "seria particularmente grave" que este arquivamento não fosse acompanhado com a desistência do processo-crime.
JGJ.
Lusa/fim"
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20:03
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